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Consumidores de imóveis de alto padrão decidem compra pela internet

agosto 4, 2010 em corretor de imóveis por Ademar Meireles

De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores.

Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado que é pela internet que conquistamos a venda. O acerto final do negócio é feito pessoalmente, mas a decisão da compra se dá via web”, explicou o sócio-diretor da imobiliária, Alexandre Villas.

Cuidados

O diretor segundo tesoureiro do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Gilberto Yogui, concorda e ressalta que a internet tem se tornado cada vez mais um importante facilitador de vendas.

Contudo, diz ele, as pessoas devem observar alguns pontos ao buscarem imóveis por meio da rede. O primeiro deles, explica Yogui, é verificar a seriedade do portal, utilizando somente aqueles que possuem registro no Creci.

O diretor também sugere que as pessoas desconfiem de anúncios que não possuem fotos, pois pode ser um indício de problemas. “Quem quer vender deve disponibilizar o máximo de informações, então, quando não há fotos , é possível que o imóvel tenha algum problema de conservação, por exemplo”.

Assim, além das fotos, é importante que o consumidor preste atenção se o anúncio traz as seguintes informações: preço, valor do condomínio, do IPTU e se aceita financiamento, lembrando que nenhum negócio deve ser concretizado sem ter sido feita uma visita ao local e uma vistoria em pisos, parte hidráulica, elétrica, entre outros itens.

Web tem futuro promissor na área de marketing imobiliário, afirma pesquisa

agosto 4, 2010 em corretor de imóveis por Ademar Meireles

Fonte: InfoImóveis

De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva.

É cada vez mais comum a pesquisa por apartamentos e casas pela web antes da visita pessoal ao local. Nos websites do setor, como aqui no Info Imóveis, os itens mais valorizados são: fotos e informações detalhadas, informações sobre vizinhança, mapas e rotas de como chegar ao local.

"Muitas pessoas consultam a internet para colher informações e ver fotos do empreendimento. As pessoas estão sem tempo no seu dia a dia e a internet é a solução ideal neste processo de primeira procura", diz o diretor da agência de marketing digital Homewebbing, Sergio Coelho, em entrevista publicada no site Administradores.

O investimento das empresas do setor imobiliário em marketing digital é proporcional ao VGV (Valor geral de vendas) e depende de construtora para construtora.

Bancos anunciam taxas menores

agosto 4, 2010 em corretor de imóveis por Ademar Meireles

Fonte: Jornal da Tarde

Na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), seis bancos – Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, Itaú e Santander – anunciaram ainda ontem queda nos juros dos empréstimos voltados para pessoa física e jurídica. A redução, na maioria dos casos, foi ínfima: 0,08 ponto porcentual ao mês, o correspondente ao repasse da queda de 1 ponto porcentual da Selic.

A única exceção foi a Caixa, que em algumas modalidades efetuou reduções mais acentuadas. A instituição derrubou os juros de 11 linhas de financiamento, a maior parte voltada para pessoas físicas. Nos produtos para empresas, as principais mudanças vieram nos empréstimos destinados a micro e pequenos negócios.

O banco informa que a queda nos juros foi efetuada atendendo a um pedido do presidente Lula, que também ordenou que houvesse redução nas taxas do Banco do Brasil. Nesta instituição, as quedas ocorreram no cartão de crédito, cheque especial e CDC, no caso das pessoas físicas. Para as empresas, houve baixa nas linhas de capital de giro.

No Bradesco, para os clientes pessoa física, houve queda no cheque especial, crédito pessoal, CDC veículos e CDC Bens. Para quem quer financiar um carro, o Leasing Veículos também teve suas taxas reduzidas. Para as pessoas jurídicas, caíram as taxas das linhas de capital de giro, antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques, cartão de crédito e conta garantida. As novas tabelas já começam a valer a partir de hoje.

Já no Unibanco, a queda vai se dar só entre as taxas máximas. A partir de segunda-feira, os clientes pessoa física vão encontrar redução na taxa máxima cobrada no Crédito Pessoal Parcelado (CPP) e no cheque especial. Para empresas, a mesma diminuição será aplicada às taxas máximas do cheque especial e da linha de financiamento de Capital de Giro (Unigiro).

O Itaú também vai ter nova tabela no crediário automático e no cheque especial, tanto para pessoa física quanto para jurídica. Mas as mudanças só valem a partir de segunda-feira.

No cheque especial do Santander, os juros vão recuar 9,85% para 9,70% ao mês e, no crédito pessoal, de 6,69% para 6,36%.

PESSOA FÍSICA
Caixa
Crédito consignado: de 2,5% para 2,39% ao mês. Cheque especial: 7,98% para 7,35% ao mês (mas só a partir de fevereiro)

Banco do Brasil
Cartão de crédito: de 3,79% para 3,71% (mínima). Cheque especial: de 1,42% para 1,34% (mínima). CDC: de 3,19% para 2,62%

Bradesco
Cheque Especial: de 4,83% para 4,78% ao mês (mínima). Crédito Pessoal: de 3,39% para 3,31% (mínima).

Itaú
Crediário automático: de 7,09% para 7,01%. Cheque
especial: de 8,95% para 8,87%

Unibanco
Não divulgou taxas, apenas redução de 0,08 ponto porcentual

Santader
Cheque especial: de 9,85% para 9,70%. Crédito pessoal: de 6,69% para 6,36%

Corretor tem obrigações jurídicas definidas por lei

agosto 2, 2010 em corretor de imóveis por Ademar Meireles

Na hora de analisar a papelada do imóvel e a do proprietário, o advogado não é o único que dá segurança à negociação.
O corretor de imóveis inscrito no Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) não só tem obrigações jurídicas com o vendedor e o comprador como pode ser processado por perdas e danos se não cumpri-las, determina o Novo Código Civil.
O primeiro passo é fazer um contrato de prestação de serviços que descreva funções e responsabilidades de cada parte -como quem deve retirar documentos do imóvel no cartório de registros ou levantar documentação do vendedor.
"A corretagem é obrigada a assumir a responsabilidade jurídica da transação, verificar a veracidade e a validade dos documentos do imóvel e do vendedor e dar informações sobre o bem", diz José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.
Mas, assim que comprador e vendedor assinam o compromisso de compra e venda e assumem prazos para pagamento e entrega de documentos, a negociação não é mais responsabilidade da imobiliária.
Nessa fase, se alguma das partes não cumprir o combinado, será preciso recorrer ao fórum especificado no contrato como o responsável pela resolução de problemas jurídicos.

Ajuda jurídica
Os mais precavidos podem lançar mão de um advogado para se assegurar da regularidade da documentação e da idoneidade dos proprietários do bem.
"Quando a imobiliária vende, não cuida do interesse do comprador", opina o advogado especialista em direito imobiliário Daphnis Citti de Lauro.
Ele admite, porém, que nem essa precaução defende o comprador de um vendedor que age com má-fé. "Não temos como descobrir se ele omite, por exemplo, que tem união estável ou se deixou dívidas trabalhistas. O trabalho é mais uma prevenção e uma orientação."
Se não cumprir seu papel, o advogado responderá por perdas e danos e sofrerá processo disciplinar no Tribunal de Ética da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), diz José Roberto Graiche, presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo).

Fonte: Folha de São Paulo

R$ 500 milhões para financiar a casa própria

agosto 2, 2010 em corretor de imóveis por Ademar Meireles

Fonte: Jornal da Tarde

O Fundo Garantidor do crédito imobiliário, uma das principais medidas do pacote habitacional que o governo pretende lançar na próxima semana, deverá contar com um aporte inicial de R$ 500 milhões do Tesouro Nacional, segundo informam integrantes da área econômica do governo. O Fundo funcionará como uma espécie de avalista dos mutuários de baixa renda. Com isso, os bancos poderão fornecer crédito por prazos mais longos e com juros mais baixos.

Nos empréstimos garantidos por ele, será possível suspender o pagamento das prestações por até três meses em caso de desemprego. Essas parcelas serão cobradas ao final do contrato. A proposta técnica é que o Fundo atenda a famílias com renda de até R$ 2.000,00, que são consideradas de alto risco pelos bancos. O governo também pretende ampliar a parcela financiada dos imóveis para famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 2.075,00).

Segundo avaliação da área técnica, hoje esse grupo paga em aluguel um valor que poderia ser de uma prestação. Elas só não migram para um financiamento porque não têm recursos para pagar a entrada. Uma das medidas em estudo é ampliar o financiamento para 100% do valor do imóvel e alongar o prazo. Assim, essas famílias poderiam adquirir a casa própria sem modificar drasticamente seu perfil de gastos mensais.

O pacote terá como objetivo também reduzir o custo de transação dos imóveis, como taxas de cartório. Uma ideia em análise é sugerir às prefeituras a redução do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que varia conforme cidade. Em São Paulo, por exemplo, é de 2% do valor do imóvel.

A elevação do teto do valor do imóvel que pode ser adquirido com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para algo próximo a R$ 500 mil ou R$ 600 mil está decidida, mas falta definir o valor. Os administradores do FGTS resistem ao teto maior, porque querem evitar uma ?sangria? de recursos.

Também não há decisão quanto à possibilidade de ser autorizado o uso mensal do FGTS para abater as prestações da casa própria. Se a medida for adotada, a tendência é que ela seja aplicada somente a imóveis de até R$ 130.000,00, que são integralmente financiados pelo FGTS.

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – A vice-presidente de Tecnologia da Caixa Econômica Federal, Clarice Coppetti, disse que o orçamento para crédito imobiliário da instituição para este ano será de R$ 27 bilhões, ante R$ 22 bilhões no ano passado quando, de acordo com ela, foram financiadas 45% unidades a mais pelo banco do que em 2007.

Bancos anunciam taxas menores.

agosto 2, 2010 em corretor de imóveis por Ademar Meireles

Fonte: Jornal da Tarde

Na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), seis bancos – Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, Itaú e Santander – anunciaram ainda ontem queda nos juros dos empréstimos voltados para pessoa física e jurídica. A redução, na maioria dos casos, foi ínfima: 0,08 ponto porcentual ao mês, o correspondente ao repasse da queda de 1 ponto porcentual da Selic.

A única exceção foi a Caixa, que em algumas modalidades efetuou reduções mais acentuadas. A instituição derrubou os juros de 11 linhas de financiamento, a maior parte voltada para pessoas físicas. Nos produtos para empresas, as principais mudanças vieram nos empréstimos destinados a micro e pequenos negócios.

O banco informa que a queda nos juros foi efetuada atendendo a um pedido do presidente Lula, que também ordenou que houvesse redução nas taxas do Banco do Brasil. Nesta instituição, as quedas ocorreram no cartão de crédito, cheque especial e CDC, no caso das pessoas físicas. Para as empresas, houve baixa nas linhas de capital de giro.

No Bradesco, para os clientes pessoa física, houve queda no cheque especial, crédito pessoal, CDC veículos e CDC Bens. Para quem quer financiar um carro, o Leasing Veículos também teve suas taxas reduzidas. Para as pessoas jurídicas, caíram as taxas das linhas de capital de giro, antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques, cartão de crédito e conta garantida. As novas tabelas já começam a valer a partir de hoje.

Já no Unibanco, a queda vai se dar só entre as taxas máximas. A partir de segunda-feira, os clientes pessoa física vão encontrar redução na taxa máxima cobrada no Crédito Pessoal Parcelado (CPP) e no cheque especial. Para empresas, a mesma diminuição será aplicada às taxas máximas do cheque especial e da linha de financiamento de Capital de Giro (Unigiro).

O Itaú também vai ter nova tabela no crediário automático e no cheque especial, tanto para pessoa física quanto para jurídica. Mas as mudanças só valem a partir de segunda-feira.

No cheque especial do Santander, os juros vão recuar 9,85% para 9,70% ao mês e, no crédito pessoal, de 6,69% para 6,36%.

PESSOA FÍSICA
Caixa
Crédito consignado: de 2,5% para 2,39% ao mês. Cheque especial: 7,98% para 7,35% ao mês (mas só a partir de fevereiro)

Banco do Brasil
Cartão de crédito: de 3,79% para 3,71% (mínima). Cheque especial: de 1,42% para 1,34% (mínima). CDC: de 3,19% para 2,62%

Bradesco
Cheque Especial: de 4,83% para 4,78% ao mês (mínima). Crédito Pessoal: de 3,39% para 3,31% (mínima).

Itaú
Crediário automático: de 7,09% para 7,01%. Cheque
especial: de 8,95% para 8,87%

Unibanco
Não divulgou taxas, apenas redução de 0,08 ponto porcentual

Santader
Cheque especial: de 9,85% para 9,70%. Crédito pessoal: de 6,69% para 6,36%