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		<title>Consumidores de im&#243;veis de alto padr&#227;o decidem compra pela internet</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores. 
 Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores. </p>
<p align="justify"><img style="margin-left: 0px;margin-right: 0px" align="left" src="http://enfimsozinha.files.wordpress.com/2009/01/apartamento01.jpg" width="338" height="254" /> Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado que é pela internet que conquistamos a venda. O acerto final do negócio é feito pessoalmente, mas a decisão da compra se dá via web”, explicou o sócio-diretor da imobiliária, Alexandre Villas. </p>
<p align="justify">Cuidados </p>
<p align="justify">O diretor segundo tesoureiro do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Gilberto Yogui, concorda e ressalta que a internet tem se tornado cada vez mais um importante facilitador de vendas. </p>
<p align="justify">Contudo, diz ele, as pessoas devem observar alguns pontos ao buscarem imóveis por meio da rede. O primeiro deles, explica Yogui, é verificar a seriedade do portal, utilizando somente aqueles que possuem registro no Creci. </p>
<p align="justify">O diretor também sugere que as pessoas desconfiem de anúncios que não possuem fotos, pois pode ser um indício de problemas. “Quem quer vender deve disponibilizar o máximo de informações, então, quando não há fotos , é possível que o imóvel tenha algum problema de conservação, por exemplo”. </p>
<p align="justify">Assim, além das fotos, é importante que o consumidor preste atenção se o anúncio traz as seguintes informações: preço, valor do condomínio, do IPTU e se aceita financiamento, lembrando que nenhum negócio deve ser concretizado sem ter sido feita uma visita ao local e uma vistoria em pisos, parte hidráulica, elétrica, entre outros itens.</p>
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		<title>Web tem futuro promissor na &#225;rea de marketing imobili&#225;rio, afirma pesquisa</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 18:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: InfoImóveis
De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva. 
 É cada vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: InfoImóveis</p>
<p>De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva. </p>
<p><img style="margin-left: 0px;margin-right: 0px" align="left" src="http://www.pontoxp.com/wp-content/uploads/2009/07/grafico-ibope.jpg" width="163" height="163" /> É cada vez mais comum a pesquisa por apartamentos e casas pela web antes da visita pessoal ao local. Nos websites do setor, como aqui no Info Imóveis, os itens mais valorizados são: fotos e informações detalhadas, informações sobre vizinhança, mapas e rotas de como chegar ao local. </p>
<p>&quot;Muitas pessoas consultam a internet para colher informações e ver fotos do empreendimento. As pessoas estão sem tempo no seu dia a dia e a internet é a solução ideal neste processo de primeira procura&quot;, diz o diretor da agência de marketing digital Homewebbing, Sergio Coelho, em entrevista publicada no site Administradores. </p>
<p>O investimento das empresas do setor imobiliário em marketing digital é proporcional ao VGV (Valor geral de vendas) e depende de construtora para construtora.</p>
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		<title>Bancos anunciam taxas menores</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 17:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Jornal da Tarde 
 Na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), seis bancos &#8211; Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, Itaú e Santander &#8211; anunciaram ainda ontem queda nos juros dos empréstimos voltados para pessoa física e jurídica. A redução, na maioria dos casos, foi ínfima: 0,08 ponto porcentual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Jornal da Tarde </p>
<p><img style="margin-left: 0px;margin-right: 0px" align="left" src="http://2.bp.blogspot.com/_oiwrDvwF444/Se3EhnS4pjI/AAAAAAAAAL0/EPepBMgQIeU/s320/{1C89A606-5CD1-4F5D-A8E8-DC2E7BB9E514}_bancos.jpg" width="168" height="168" /> Na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), seis bancos &#8211; Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, Itaú e Santander &#8211; anunciaram ainda ontem queda nos juros dos empréstimos voltados para pessoa física e jurídica. A redução, na maioria dos casos, foi ínfima: 0,08 ponto porcentual ao mês, o correspondente ao repasse da queda de 1 ponto porcentual da Selic. </p>
<p>A única exceção foi a Caixa, que em algumas modalidades efetuou reduções mais acentuadas. A instituição derrubou os juros de 11 linhas de financiamento, a maior parte voltada para pessoas físicas. Nos produtos para empresas, as principais mudanças vieram nos empréstimos destinados a micro e pequenos negócios. </p>
<p>O banco informa que a queda nos juros foi efetuada atendendo a um pedido do presidente Lula, que também ordenou que houvesse redução nas taxas do Banco do Brasil. Nesta instituição, as quedas ocorreram no cartão de crédito, cheque especial e CDC, no caso das pessoas físicas. Para as empresas, houve baixa nas linhas de capital de giro. </p>
<p>No Bradesco, para os clientes pessoa física, houve queda no cheque especial, crédito pessoal, CDC veículos e CDC Bens. Para quem quer financiar um carro, o Leasing Veículos também teve suas taxas reduzidas. Para as pessoas jurídicas, caíram as taxas das linhas de capital de giro, antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques, cartão de crédito e conta garantida. As novas tabelas já começam a valer a partir de hoje. </p>
<p>Já no Unibanco, a queda vai se dar só entre as taxas máximas. A partir de segunda-feira, os clientes pessoa física vão encontrar redução na taxa máxima cobrada no Crédito Pessoal Parcelado (CPP) e no cheque especial. Para empresas, a mesma diminuição será aplicada às taxas máximas do cheque especial e da linha de financiamento de Capital de Giro (Unigiro). </p>
<p>O Itaú também vai ter nova tabela no crediário automático e no cheque especial, tanto para pessoa física quanto para jurídica. Mas as mudanças só valem a partir de segunda-feira. </p>
<p>No cheque especial do Santander, os juros vão recuar 9,85% para 9,70% ao mês e, no crédito pessoal, de 6,69% para 6,36%. </p>
<p>PESSOA FÍSICA   <br />Caixa    <br />Crédito consignado: de 2,5% para 2,39% ao mês. Cheque especial: 7,98% para 7,35% ao mês (mas só a partir de fevereiro) </p>
<p>Banco do Brasil   <br />Cartão de crédito: de 3,79% para 3,71% (mínima). Cheque especial: de 1,42% para 1,34% (mínima). CDC: de 3,19% para 2,62% </p>
<p>Bradesco   <br />Cheque Especial: de 4,83% para 4,78% ao mês (mínima). Crédito Pessoal: de 3,39% para 3,31% (mínima). </p>
<p>Itaú   <br />Crediário automático: de 7,09% para 7,01%. Cheque    <br />especial: de 8,95% para 8,87% </p>
<p>Unibanco   <br />Não divulgou taxas, apenas redução de 0,08 ponto porcentual </p>
<p>Santader   <br />Cheque especial: de 9,85% para 9,70%. Crédito pessoal: de 6,69% para 6,36%</p>
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		<title>Corretor tem obriga&#231;&#245;es jur&#237;dicas definidas por lei</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 15:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na hora de analisar a papelada do imóvel e a do proprietário, o advogado não é o único que dá segurança à negociação.   O corretor de imóveis inscrito no Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) não só tem obrigações jurídicas com o vendedor e o comprador como pode ser processado por perdas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin-left: 0px;margin-right: 0px" align="left" src="http://www.sindsaude.org.br/2010/images/juridico.jpg" width="265" height="232" /></p>
<p>Na hora de analisar a papelada do imóvel e a do proprietário, o advogado não é o único que dá segurança à negociação.   <br />O corretor de imóveis inscrito no Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) não só tem obrigações jurídicas com o vendedor e o comprador como pode ser processado por perdas e danos se não cumpri-las, determina o Novo Código Civil.    <br />O primeiro passo é fazer um contrato de prestação de serviços que descreva funções e responsabilidades de cada parte -como quem deve retirar documentos do imóvel no cartório de registros ou levantar documentação do vendedor.    <br />&quot;A corretagem é obrigada a assumir a responsabilidade jurídica da transação, verificar a veracidade e a validade dos documentos do imóvel e do vendedor e dar informações sobre o bem&quot;, diz José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.    <br />Mas, assim que comprador e vendedor assinam o compromisso de compra e venda e assumem prazos para pagamento e entrega de documentos, a negociação não é mais responsabilidade da imobiliária.    <br />Nessa fase, se alguma das partes não cumprir o combinado, será preciso recorrer ao fórum especificado no contrato como o responsável pela resolução de problemas jurídicos. </p>
<p>Ajuda jurídica   <br />Os mais precavidos podem lançar mão de um advogado para se assegurar da regularidade da documentação e da idoneidade dos proprietários do bem.    <br />&quot;Quando a imobiliária vende, não cuida do interesse do comprador&quot;, opina o advogado especialista em direito imobiliário Daphnis Citti de Lauro.    <br />Ele admite, porém, que nem essa precaução defende o comprador de um vendedor que age com má-fé. &quot;Não temos como descobrir se ele omite, por exemplo, que tem união estável ou se deixou dívidas trabalhistas. O trabalho é mais uma prevenção e uma orientação.&quot;    <br />Se não cumprir seu papel, o advogado responderá por perdas e danos e sofrerá processo disciplinar no Tribunal de Ética da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), diz José Roberto Graiche, presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo). </p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo</p>
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		<title>R$ 500 milh&#245;es para financiar a casa pr&#243;pria</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 15:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Jornal da Tarde 
 O Fundo Garantidor do crédito imobiliário, uma das principais medidas do pacote habitacional que o governo pretende lançar na próxima semana, deverá contar com um aporte inicial de R$ 500 milhões do Tesouro Nacional, segundo informam integrantes da área econômica do governo. O Fundo funcionará como uma espécie de avalista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Jornal da Tarde </p>
<p><img style="margin-left: 0px;margin-right: 0px" align="left" src="http://blogdofavre.ig.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Casa_propria3.jpg" width="312" height="312" /> O Fundo Garantidor do crédito imobiliário, uma das principais medidas do pacote habitacional que o governo pretende lançar na próxima semana, deverá contar com um aporte inicial de R$ 500 milhões do Tesouro Nacional, segundo informam integrantes da área econômica do governo. O Fundo funcionará como uma espécie de avalista dos mutuários de baixa renda. Com isso, os bancos poderão fornecer crédito por prazos mais longos e com juros mais baixos. </p>
<p>Nos empréstimos garantidos por ele, será possível suspender o pagamento das prestações por até três meses em caso de desemprego. Essas parcelas serão cobradas ao final do contrato. A proposta técnica é que o Fundo atenda a famílias com renda de até R$ 2.000,00, que são consideradas de alto risco pelos bancos. O governo também pretende ampliar a parcela financiada dos imóveis para famílias com renda até cinco salários mínimos (R$ 2.075,00). </p>
<p>Segundo avaliação da área técnica, hoje esse grupo paga em aluguel um valor que poderia ser de uma prestação. Elas só não migram para um financiamento porque não têm recursos para pagar a entrada. Uma das medidas em estudo é ampliar o financiamento para 100% do valor do imóvel e alongar o prazo. Assim, essas famílias poderiam adquirir a casa própria sem modificar drasticamente seu perfil de gastos mensais. </p>
<p>O pacote terá como objetivo também reduzir o custo de transação dos imóveis, como taxas de cartório. Uma ideia em análise é sugerir às prefeituras a redução do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que varia conforme cidade. Em São Paulo, por exemplo, é de 2% do valor do imóvel. </p>
<p>A elevação do teto do valor do imóvel que pode ser adquirido com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para algo próximo a R$ 500 mil ou R$ 600 mil está decidida, mas falta definir o valor. Os administradores do FGTS resistem ao teto maior, porque querem evitar uma ?sangria? de recursos. </p>
<p>Também não há decisão quanto à possibilidade de ser autorizado o uso mensal do FGTS para abater as prestações da casa própria. Se a medida for adotada, a tendência é que ela seja aplicada somente a imóveis de até R$ 130.000,00, que são integralmente financiados pelo FGTS. </p>
<p>CAIXA ECONÔMICA FEDERAL &#8211; A vice-presidente de Tecnologia da Caixa Econômica Federal, Clarice Coppetti, disse que o orçamento para crédito imobiliário da instituição para este ano será de R$ 27 bilhões, ante R$ 22 bilhões no ano passado quando, de acordo com ela, foram financiadas 45% unidades a mais pelo banco do que em 2007.</p>
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		<title>Bancos anunciam taxas menores.</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 15:02:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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Fonte: Jornal da Tarde 
Na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), seis bancos &#8211; Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, Itaú e Santander &#8211; anunciaram ainda ontem queda nos juros dos empréstimos voltados para pessoa física e jurídica. A redução, na maioria dos casos, foi ínfima: 0,08 ponto porcentual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin-left: 0px;margin-right: 0px" align="left" src="http://3.bp.blogspot.com/_dIZS5WW-T_g/SYi3ibMffkI/AAAAAAAABBk/uuPBEfcsHNE/s400/taxas.jpg" width="191" height="194" /> </p>
<p>Fonte: Jornal da Tarde </p>
<p>Na esteira da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), seis bancos &#8211; Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, Itaú e Santander &#8211; anunciaram ainda ontem queda nos juros dos empréstimos voltados para pessoa física e jurídica. A redução, na maioria dos casos, foi ínfima: 0,08 ponto porcentual ao mês, o correspondente ao repasse da queda de 1 ponto porcentual da Selic. </p>
<p>A única exceção foi a Caixa, que em algumas modalidades efetuou reduções mais acentuadas. A instituição derrubou os juros de 11 linhas de financiamento, a maior parte voltada para pessoas físicas. Nos produtos para empresas, as principais mudanças vieram nos empréstimos destinados a micro e pequenos negócios. </p>
<p>O banco informa que a queda nos juros foi efetuada atendendo a um pedido do presidente Lula, que também ordenou que houvesse redução nas taxas do Banco do Brasil. Nesta instituição, as quedas ocorreram no cartão de crédito, cheque especial e CDC, no caso das pessoas físicas. Para as empresas, houve baixa nas linhas de capital de giro. </p>
<p>No Bradesco, para os clientes pessoa física, houve queda no cheque especial, crédito pessoal, CDC veículos e CDC Bens. Para quem quer financiar um carro, o Leasing Veículos também teve suas taxas reduzidas. Para as pessoas jurídicas, caíram as taxas das linhas de capital de giro, antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques, cartão de crédito e conta garantida. As novas tabelas já começam a valer a partir de hoje. </p>
<p>Já no Unibanco, a queda vai se dar só entre as taxas máximas. A partir de segunda-feira, os clientes pessoa física vão encontrar redução na taxa máxima cobrada no Crédito Pessoal Parcelado (CPP) e no cheque especial. Para empresas, a mesma diminuição será aplicada às taxas máximas do cheque especial e da linha de financiamento de Capital de Giro (Unigiro). </p>
<p>O Itaú também vai ter nova tabela no crediário automático e no cheque especial, tanto para pessoa física quanto para jurídica. Mas as mudanças só valem a partir de segunda-feira. </p>
<p>No cheque especial do Santander, os juros vão recuar 9,85% para 9,70% ao mês e, no crédito pessoal, de 6,69% para 6,36%. </p>
<p>PESSOA FÍSICA    <br />Caixa     <br />Crédito consignado: de 2,5% para 2,39% ao mês. Cheque especial: 7,98% para 7,35% ao mês (mas só a partir de fevereiro) </p>
<p>Banco do Brasil    <br />Cartão de crédito: de 3,79% para 3,71% (mínima). Cheque especial: de 1,42% para 1,34% (mínima). CDC: de 3,19% para 2,62% </p>
<p>Bradesco    <br />Cheque Especial: de 4,83% para 4,78% ao mês (mínima). Crédito Pessoal: de 3,39% para 3,31% (mínima). </p>
<p>Itaú    <br />Crediário automático: de 7,09% para 7,01%. Cheque     <br />especial: de 8,95% para 8,87% </p>
<p>Unibanco    <br />Não divulgou taxas, apenas redução de 0,08 ponto porcentual </p>
<p>Santader    <br />Cheque especial: de 9,85% para 9,70%. Crédito pessoal: de 6,69% para 6,36%</p>
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		<title>Locação de imóvel registra alta de 33,35% em São Paulo</title>
		<link>http://cidadedocorretor.com.br/blog/2010/07/26/locacao-de-imovel-registra-alta-de-3335-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Locação de imóvel registra alta de 33,35% em São Paulo.
O número de locações de casas e apartamentos na cidade de São Paulo atingiu a marca de 1.486 unidades em maio, número 33,35% maior que o registrado em abril. Os dados foram 

divulgados pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/locacao-de-imovel-registra-alta-de-33-35-em-sp-20100721.html">Locação de imóvel registra alta de 33,35% em São Paulo</a>.</p>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;line-height: normal;color: #616161;font-size: 14px"><span style="color: #000000;font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif;font-size: 13px;line-height: 19px"><img class="alignleft" src="http://cidadedocorretor.com.br/files/2010/07/aluguel2.jpg" alt="" width="342" height="342" /></span>O número de locações de casas e apartamentos na cidade de São Paulo atingiu a marca de 1.486 unidades em maio, número 33,35% maior que o registrado em abril. Os dados foram </span></p>
<p style="text-align: center">
<p>divulgados pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quarta-feira (21).</p>
<p>Em maio, as casas dominaram as locações com 51,48% do total – os apartamentos representaram 48,52% dos negócios. Metade de todas as locações teve o fiador como instrumento de garantia dos contratos.</p>
<p>O levantamento aponta ainda que a maioria dos negócios se concentrou na faixa de até R$ 800 por mês – essas locações representaram 51,18% do total.</p>
<p>Entretanto, a faixa com maior número de contratos &#8211; com 22,39% do total &#8211; foi a dos aluguéis entre R$ 201 e R$ 400. No geral, o valor das locações aumentou, em média, 4,06% em maio na comparação com abril.</p>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;line-height: normal;color: #616161;font-size: 14px">O aluguel que mais subiu em maio na comparação com abril foi o de apartamentos de 3 dormitórios situados em bairros como Alto da Boa Vista, Itaim Bibi e Perdizes.</span></p>
<p>O valor médio dos contratos passou de R$ 2.294,87 em abril para R$ 3.505,56 em maio &#8211; alta de 52,76%.</p>
<p>Por outro lado, o aluguel que mais baixou foi o de casas de 3 dormitórios situadas em bairros como Santana, Tucuruvi e Vila Romana. Nesses bairros, verificou-se uma queda média de 34,49%.</p>
<p>Em abril, o preço médio do aluguel estava em R$ 1.364,29 em abril, enquanto que em maio o valor baixou para a média de R$ 893,75.</p>
<p><strong>Devoluções e calote</strong></p>
<p>As imobiliárias informaram que receberam de volta 701 imóveis em maio, número que equivale a 47,17% do total de novas locações – número 31% menor que o registrado em abril.</p>
<p>A falta de pagamento também teve queda, segundo o Creci-SP. Em abril, a taxa estava em 5,22% em abril e caiu para 4,82% em maio – redução de 7,66%.</p>
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		<title>Registro de imóvel sai de graça</title>
		<link>http://cidadedocorretor.com.br/blog/2010/07/26/registro-de-imovel-sai-de-graca-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Registro de imóvel sai de graça &#8211; Focando.
 
Fonte: O Dia


Governador Sérgio Cabral sancionou lei que reduz custos cartoriais para registro de imóveis comprados por meio do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. A Lei 5.788 beneficia também as construtoras, que passam a ter custos menores com as obras e repassam essa redução para o consumidor. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.focando.com.br/?p=5599">Registro de imóvel sai de graça &#8211; Focando</a>.</p>
<p><span style="font-family: arial;line-height: 12px;color: #555555;font-size: 12px"> </span></p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">Fonte: O Dia</p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">
<p><a href="http://www.focando.com.br/?p=5599"><img class="alignleft" src="http://cidadedocorretor.com.br/files/2010/07/cartorio-postal.jpg" alt="" width="240" height="208" /></a></p>
<p><span style="line-height: 19px">Governador Sérgio Cabral sancionou lei que reduz custos cartoriais para registro de imóveis comprados por meio do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. A Lei 5.788 beneficia também as construtoras, que passam a ter custos menores com as obras e repassam essa redução para o consumidor. Com a nova legislação já valendo, alguns compradores podem até chegar a ter o registro do imóvel feito de graça.</span></p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">Terão gratuidade nos serviços do cartório compradores da faixa mais baixa de renda atendida pelo programa do governo federal. Quem for da faixa de até três mínimos (R$ 1.530) vai deixar de pagar entre R$ 600 e R$ 800, de acordo com o valor do imóvel que comprar, que deve ficar em torno de R$ 50 mil.</p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">Já o grupo intermediário – de três a seis salários (até R$ 3.060) – vai ter desconto de 90% nos serviços, o que pode resultar numa economia de R$ 1.440. Por fim, a faixa mais alta do programa, que fica entre seis e dez mínimos (até R$ 5.100), ganha redução de 80% no preço dos serviços. O resultado final é pagamento até R$ 1.280 a menos.</p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">No entanto, a lei sancionada pelo governador não é uma novidade e já estava prevista inicialmente para o programa ‘Minha Casa, Minha Vida’. Mas os cartórios fluminenses protestaram contra a medida, alegando que o governo federal não tinha o direito de legislar sobre as instituições dos estados. Para contornar definitivamente o problema, o governador Sérgio Cabral implementou a lei.</p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">O presidente do Sinduscon-Rio (Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio), Roberto Kauffmann, aprova a medida. “São as contrapartidas dos estados e municípios para diminuir o custo da construção”, explica. “Com a redução de custos para as construtoras, compradores também saem ganhando”, completa.</p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial"><strong>200 cobranças reduzidas a apenas uma</strong></p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">Além de trazer benefícios para os compradores de baixa renda, a lei deve ser mais uma alavanca para fazer o ‘Minha Casa, Minha Vida’ avançar no Rio. Roberto Lira, consultor técnico do Sinduscon-Rio, se mostra animado com o futuro da procura por imóveis no estado. “Isso foi positivo. Agora nós pagamos o justo”, comemora.</p>
<p style="font-size: 1em;margin-top: 10px;margin-right: 0px;margin-bottom: 0px;margin-left: 0px;text-decoration: none;vertical-align: baseline;line-height: 1.4em;text-align: justify;padding: 0px;border: 0px initial initial">Lira explica a situação antes. “Se um prédio tinha 200 unidades, o cartório cobrava 200 vezes. Agora só cobra uma vez. Isso diminui os custos para nós e também para o comprador”, pontua o consultor. Para ele, a nova lei só traz benefícios: “É muito positiva, para toda a sociedade, pois movimenta a economia”.</p>
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		<title>Saneamento valoriza imóvel em até 18%, indica estudo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Valor Econômico
O acesso à rede de esgoto pode valorizar o preço de um imóvel em até 18%, segundo a pesquisa “Benefícios econômicos da expansão do saneamento básico”, divulgada ontem pelo Instituto Trata Brasil e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O efeito é considerado positivo pelos pesquisadores, pois como o déficit de saneamento está mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Valor Econômico</p>
<div id="_mcePaste">O acesso à rede de esgoto pode valorizar o preço de um imóvel em até 18%, segundo a pesquisa “Benefícios econômicos da expansão do saneamento básico”, divulgada ontem pelo Instituto Trata Brasil e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O efeito é considerado positivo pelos pesquisadores, pois como o déficit de saneamento está mais presente em locais de baixa renda, cresceria o aumento do valor dos imóveis de famílias que normalmente têm a moradia como único bem.</div>
<div></div>
<div>A pesquisa mostra que a valorização imobiliária geraria uma riqueza 49% maior do que os investimentos necessários para a universalização do saneamento no país. A estimativa do estudo é que para levar o serviço de esgoto a todas as residências seria preciso investir R$ 49,8 bilhões. A valorização dos imóveis, por sua vez, alcançaria R$ 74 bilhões, compensando os investimentos.</div>
<div></div>
<div>Para chegar a esse percentual de valorização do imóvel, a pesquisa considerou o valor médio das residências em uma cidade de 100 mil habitantes com características de um município de porte médio no Brasil.Sem coleta de esgoto, o preço médio das casas, no ano de 2009, seria de R$ 35,5 mil. Com total acesso à rede, o preço médio chega a R$ 42 mil.</div>
<div></div>
<div>O percentual de 18% de valorização do imóvel, porém, é referente a locais de acesso precário ao serviço. Na média nacional, a estimativa é de que a universalização do esgoto valorizará em 3,3% o preço das casas.</div>
<div id="_mcePaste">Dessa forma, por exemplo, no Estado de Rondônia, onde o déficit de ligações de esgoto é de 1,37 milhão, a valorização imobiliária deve ser de 15,4% (ou R$ 5 mil), enquanto no Distrito Federal, com um déficit de 0,32 milhão de ligações, o aumento dos imóveis deve ser de 0,5% (ou R$ 342).</div>
<div></div>
<div>A pesquisa calculou também os ganhos que a valorização imobiliária traria para os cofres públicos, por meio principalmente do aumento da arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e do Imposto Sobre Transferência de Bens Imóveis (ITBI). No longo prazo seriam arrecadados R$ 385 milhões a mais ao ano em IPTU e R$ 80 milhões por ano em ITBI.</div>
<div></div>
<div>Os investimentos em saneamento também têm impacto na produtividade dos trabalhadores, segundo o estudo. O levantamento da FGV mostra que em um ano as empresas gastaram R$ 547 milhões em horas não-trabalhadas de funcionários afastados por infecções gastrintestinais, em função da falta de saneamento.</div>
<div></div>
<div>Da mesma forma, as internações custam ao setor público. Os governos poderiam economizar R$ 745 milhões ao ano com a universalização do saneamento, considerando uma queda do número de internações por infecções gastrintestinais dos 462 mil casos atuais para 343 mil, diz a pesquisa.</div>
<div></div>
<div>Apesar do aumento dos investimentos em água e esgoto no país de 2003 a 2008 – R$ 2 bilhões para R$ 4,8 bilhões -, o acesso ainda deixa a desejar. O levantamento revelou que 57% da população brasileira ainda não têm acesso a esgoto tratado e 19% não contam com o abastecimento de água.</div>
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		<title>Saiba quais as garantias necessárias para alugar um imóvel</title>
		<link>http://cidadedocorretor.com.br/blog/2010/07/23/saiba-quais-as-garantias-necessarias-para-alugar-um-imovel/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 03:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ademar Meireles</dc:creator>
				<category><![CDATA[corretor de imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba quais as garantias necessárias para alugar um imóvel.

A legislação que regulamenta a locação de imóveis no Brasil estipula que o proprietário pode exigir quatro modalidades como garantias ao pagamento do aluguel: caução, fiador, seguro-fiança ou título de capitalização.
De acordo com o diretor jurídico da Abadi (Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis), Marcelo Borges, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/saiba-quais-as-garantias-necessarias-para-alugar-um-imovel-20100710.html">Saiba quais as garantias necessárias para alugar um imóvel</a>.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/saiba-quais-as-garantias-necessarias-para-alugar-um-imovel-20100710.html"><img class="alignleft" src="http://cidadedocorretor.com.br/files/2010/07/aluguel_chaves.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a></p>
<p>A legislação que regulamenta a locação de imóveis no Brasil estipula que o proprietário pode exigir quatro modalidades como garantias ao pagamento do aluguel: caução, fiador, seguro-fiança ou título de capitalização.</p>
<p>De acordo com o diretor jurídico da Abadi (Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis), Marcelo Borges, a fiança exige que um parente ou amigo da pessoa que pretende alugar a casa ou apartamento “tenha um imóvel, geralmente na mesma cidade, e esteja com o nome limpo”. Assim, essa terceira pessoa é acionada caso o inquilino não pague o aluguel em dia.</p>
<p>Já a caução é um depósito em dinheiro, equivalente a três vezes o valor o aluguel, explica Borges. Cria-se uma conta poupança conjunta (do proprietário com o inquilino), onde esse dinheiro é aplicado. Em caso de falta de pagamento, o dinheiro é usado para pagar o dono do imóvel.</p>
<p>- Ao final da locação, caso o locatário não tenha dívida nenhuma e não haja nenhum dano no imóvel, o dinheiro é devolvido. Vale lembrar que o valor da caução varia conforme o prazo da locação.</p>
<p>O seguro-fiança é um capital que o inquilino paga para uma seguradora, que vai honrar o compromisso caso o pagamento atrase. O investimento – que não volta para quem está alugando &#8211; está relacionado ao valor do aluguel, do condomínio e dos impostos inerentes ao imóvel, como o IPTU.</p>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif;line-height: normal;color: #616161;font-size: 14px">Geralmente, o valor do seguro-fiança corresponde ao preço de um aluguel a mais por ano. Ou seja, caso o inquilino desembolse R$ 1.000 por mês, pagará R$ 13.000 por um ano de contrato. Borges afirma que uma empresa domina este mercado, mas “outras companhias seguradoras estão abraçando essa causa, que favorece tanto o locatário como o locador”.</span></p>
<p>- A pulverização deve aumentar a concorrência e também estimular uma diminuição do preço cobrado atualmente.</p>
<p>Por último, existe o título de capitalização – uma boa opção para quem está inadimplente para conseguir a aprovação do seguro-fiança ou não quer depender de favor de parente ou amigo para ser fiador. No momento da locação, imobiliária e proprietário definem um valor mensal a ser depositado pelo inquilino em um determinado título. Essa grana é revertida para o dono caso o locatário deixe de pagar o aluguel ou danifique o imóvel.</p>
<p>A vantagem do título de capitalização é que o dinheiro volta com correção monetária para o inquilino, caso não seja usado. Outro atrativo é que o inquilino concorre a prêmios enquanto o dinheiro estiver investido.</p>
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